Postado em Uncategorized em 26 novembro, 2011 por agendamc
Postado em Uncategorized em 12 novembro, 2011 por agendamc
● LANÇAMENTO
Polichinello & Nietzsche/Deleuze
●●●
POLICHINELLO 13 NESTA EDIÇAO:
Experiência limite – Nilson Oliveira • O impensável pensamento do desastre? Amanda Mendes Casal & Eclair Antonio Almeida Filho • O desabamento | Um contracanto não se improvisa – | Um ato preparatório – Jean-Marie Gleize | Tradução: Marcelo Jacques de Moraes • Contaminações – Marcio-André • The End – Lígia Dabul Seleção de poemas – Roberto Corrêa dos Santos • fragmentos do carnet posthume – Roger Laporte | Tradução: Sônia Fernandes • Into the Waveland | Tow In – Alberto Pucheu • Actividad del Azogue – José Kozer | Tradução: Luiz Roberto Guedes • Poéticas à beira de sobre e com a escrita tênue de L’arrêt de mort – Sheyla Smanioto Macedo • Fante e Nós – Cristiano Bedin da Costa • poema limite – Beatriz Bajo • O Limite Calculado | O Limite – Ademir Demarchi • Antimonumentos: a memória possível após as catástrofes – Márcio Seligmann-Silva • o monstro que fere o espaço mora no ventre do tempo – Edilson Pantoja • A Experiência Limite ou sobre escrever e traduzir poesia – Solange Rebuzzi • Cesárea | o limite – Andréa Catropa • Rassuras Max Martins • Escrever de Pé – Michel Tournier | Tradução: Marcelo Diniz • Jack Kerouac: Tempo – Memória e Mística da Marginalidade – Claudio Willer • Entrevista com Silvina Rodrigues Lopes | por Sabrina Sedlmayer • Ponte do Galo: a cidade como labirinto do desejo – Ernani Chaves • Botões Noturnos – Louis Couperus | Tradução: Jan Oldenburg • A Invenção do Pai – Gisela Leirner • Joyce Mansour | Tradução: Éclair Antonio Almeida Filho • a imagem recorrente – Francisco dos Santos • A espera | Emily Dickinson | O. Mandelstan – Guy Goffette | Tradução: Antonio Moura • Flor Occipital – Cláudio Daniel • O Astrônomo – Nonato Cardoso • Ontem durante a vida de Paulo Simão – Leonardo Gandolfi • Fiquei doente e duas pessoas ligaram para mim – Vanessa Massoni da Rocha • formação (psicodrama I) | equivalências (psicodrama II) | atadura (psicodrama III) – João Camillo Penna • a arte cavalheiresca do arqueiro zen | cha no yú | para ser inscrito no mausoléu da princesa shai – Fernando José Karl • Repicam os sinos enferrujados – Márcia Barbieri • samba para Ela, Edson Cruz • A Mata Cercada – Evandro Nascimento • A Cortesã do Infinito Transparente – Andréia Carvalho • Pianista Boxeador – Daniel Lopes • Improviso no olhar do tempo – Milton Meira • “Ele Assunta a Formação de Mitos” – Ismar Tirelli Neto 103 • Passeio com o Vento – Roseana Nogueira – 104 • A rosa de Virgílio | Fronteiras – José Inácio Vieira de Melo – 106 • O Poeta e a Astróloga em Nova Iorque – Haroldo Maranhão • iocanaam – Reinaldo “guaxe” Santana • Pequenos ensaios – Eliana Pougy • Andreev Veiga •
•••
NIETZSCHE / DELEUZE
NATUREZA / CULTURA
s u m á r i o
Apresentação
Nilson Oliveira
O Doce Mago da Floresta Amazônica
Oswaldo Giacoia Junior
Natureza e Cultura: além do antropológico
Dorothea V. Passetti
O Silêncio dos Animais
Charles Feitosa
Qual natureza nós queremos?
Tilman Borsche
Naturalização da cultura ou culturalização da natureza?
Roberto Barros
Natureza e cultura no jovem Nietzsche
Germán Meléndez
Agenciamentos inumanos e naturezas segundas
A instituição do mundo na filosofia de Gilles Deleuze
Eduardo Pellejero
Natureza e Cultura na paisagem amazônica – uma experiência fotográfica
com ressonâncias no pensamento ameríndio e na Ecologia Histórica.
Patrick Pardini
A história da cultura é a história da crueldade
Daniel Lins
Nietzsche contra a “cultura da máquina”.
Ernani Chaves
ENTRE NATUREZA E CULTURA:
contribuição deleuziana para uma teoria empirista das relações e ontologia relacional
Hélio Rebello Cardoso Jr
Arqueologia dos Saberes na Amazônia
Nelson Matos de Noronha
Necessidade artística de segunda ordem:
sobre o aforismo 169 de Humano, demasiado humano II
Henry Burnett
O espelho de Nietzsche:
Ser e pensamento, imanência e transcendência entre Deleuze e Foucault
Rodrigo Nunes
Postado em Uncategorized em 27 julho, 2011 por agendamc
Angola. Beleza e contradição reveladas em imagens
Será inaugurada no Museu da Cultura da PUCSP, no dia 2 de agosto próximo, a exposição fotográfica “Angola. Um Processo de (Re)construção social”, do catalão Rubens Villanueva Rodriguez.
As fotos ilustraram a tese em Ciências Sociais Comunicação para o Desenvolvimento como apoio à projetos de Ajuda Humanitária em sociedades pós-conflito, defendida na PUCSP, por Clara Pugnaloni, curadora da mostra. A origem da tese foi a ação da autora em campo, como consultora internacional de Comunicação para o Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação ( FAO), em Angola. A exposição tem o apoio da Ación contra el Hambre – Espanha e da Faculdade de Ciências Socais da PUCSP.
As fotos são o resultado de três anos de vivência em Angola de Villanueva o que permitiu a descoberta de zonas de uma beleza inigualável, ainda selvagens, e totalmente despovoadas. A isto, acrescenta o fotógrafo e sociólogo, soma-se “a decadência dos resquícios duma época colonial apagada a base de balas e bombas, que mistura-se com a autenticidade de um povo que trata de novamente se por de pé.”
A riqueza do forte produtor de petróleo e diamantes do continente africano, a diversidade étnica de Angola, e o alto grau de isolamento em que grupos tradicionais tem vivido desde os anos de guerra oferecem uma oportunidade única e incomparável para a análise sociológica e antropológica. Além de belíssimas imagens.
Serviço:
Inauguração: 2 de agosto de 2011 às 19h
Exposição: de 3 à 16 de agosto das 14hs às 19hs
Museu da Cultura PUCSP
agendamc.worpress.com
museudacultura@pucsp.br
Rua Monte Alegre, 954 – Perdizes – Sâo Paulo
telefones: 11 36708559 - 11 36708331
Mais informações:
11 82889182 – 51 84885901
Postado em Uncategorized em 17 junho, 2011 por agendamc
A revista Córrego pretende ser uma revista colecionável e polifônica, isto é, um espaço aberto a discussões, sem privilegiar trabalhos mais concordes às opiniões de seus editores, Gabriel Kolyniak e Tomás Troster. O fato de ser uma revista independente favorece esse aspecto, já que não se sujeita a imposições editoriais nem a conflitos de interesse. Sua distribuição se dá também de forma independente, associada ao evento Eléia Leu, e em sebos.
O segundo número, “Memória e esquecimento”, contará com a primeira versão em língua portuguesa do texto “O Sonho de Bismarck”, de Arthur Rimbaud. Trata-se de uma publicação recentemente redescoberta (2008) do poeta francês, que a escrevera em 1870, sob o pseudônimo Jean Baudry. Neste volume, contamos com outras duas contribuições internacionais: “We Were There”, de Josh Steinberg (Canadá-China), e “Carta al Editor”, de Edgardo Fernet (Argentina).
O poema de Roberta Ferraz, “Carta a Mário de Sá-Carneiro”, que abre a revista, reflete um longo convívio intelectual e afetivo da autora com a obra de Sá-Carneiro. Já o texto do grupo Exorcity discute a prática da pichação, com foco na recente intervenção em um mural de Di Cavalcanti no centro de São Paulo. Este texto ainda articula recortes da locução de Glauber Rocha para seu curta-metragem O Enterro de Di Cavalcanti. Estão presentes, também, fragmentos do romance experimental em processo de Walter Vetor, “Os Marjinais” (a grafia é proposital), o poema “Prometeu”, de Chiu Yi Chih (poeta chinês naturalizado no Brasil), epigramas de Alberto Marsicano, F? R! e Lucila de Jesus, um poema-experiência de Vic Barbosa, uma HQ-Montagem de Rômulo Alexis..
Continuamos também com as publicações de poemas de Júlio Bittar, pintor e poeta que cria seu ritmo singular em referência à dicção pré-modernista. Os editores também estampam alguns poemas, referentes às suas atuais pesquisas, e ainda um belo ensaio de Caio Souto, “Utopia e antropofagia”, que resgata pensamentos sobre a utopia que problematizam e dão novos sentidos a essa ideia. Há ainda outras contribuições, em vários gêneros e estilos. Trata-se, portanto, de uma revista focada em publicar escritores que, em plena atividade, vem ajudando a construir, ao longo da primeira década do século XXI, um contexto de produção literária cujos limites se expandem para além da cidade de São Paulo.
Conteúdo do número memória e esquecimento
UMA CARTA A MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO – Roberta Ferraz
WITHHOLDING COMPANIES – Anônimo
O SONHO DE BISMARCK – Arthur Rimbaud
ALGUMAS VARIAÇÕES SOBRE O TEMA DA UTOPIA – Caio Souto
EM PENSOS BAIRROS… – Gabriel Kolyniak
ALMACÉN – Tomás Troster
EPIGRAMAS – de Alberto Marsicano, F? R! e Lucila de Jesus
ARREBOL NA ESCURIDÃO – Rogério Hadad
O CEMITÉRIO DO MEIO-DIA – Júlio Bittar
PROMETEU – Chiu Yi Chih
DESENHOS – Mariana Meloni
SÉCULO XX:… – Salsa
SONETO DA LEMBRANÇA – Cléber de Pinto
HORA – Preto Fernandes
ŠAKNIS,RADICE, RAÍCES – Paloma Prieto Ayres
ESTÁVAMOS LÁ – Josh Stenberg
EXORCIDADE – Exorcity
NÔMADES MANCHAS – Marcelo Maccaferri
ARCO TATRA-CORCOVADO – Slamovir Triglav
NISHT AHIN NISHT AHER (frag.) – Célia Igel Teitelbaum
OUÇ4 VOZ DO T3MPO – Rômulo Alexis
OL – Vic
CARTA AL EDITOR – Edgardo Fernet
FOTO – Julieta Benoit
Próximo post
Postado em Uncategorized em 27 maio, 2011 por agendamcPROGRAMAÇÃO:
abertura
1 de junho, 19h – pátio do Museu da Cultura
exibição de Os Insurgentes (2007)
conversações
16 de junho, 19h – pátio do Museu da Cultura
Edson Passetti, João Da Mata, Gustavo Simões
20 de junho, 19h – pátio do Museu da Cultura
Gustavo Ramus, Vera Schroeder, Stéfanis Caiaffo
filme
16 de junho, 18h – auditório Paulo VI (videoteca)
exibição de Cléo & Daniel (1967)
todo dia e a qualquer hora
Museu da Cultura
Bigode (2008)
Os insurgentes (2007)
Diálogos Anarquistas (2002)
roberto freire uma existência libertária aconteceu sob impacto da escrita da dissertação que redigi chamada roberto freire: tesão & anarquia. A exposição ocupa o espaço do Museu da Cultura da PUC-SP e convida estudantes, professores, funcionários e os cidadãos que se encontram pela cidade a acompanharem de perto um pouco do percurso de um homem destemido e múltiplo, que resistiu à ditadura militar ao lado de jovens dessa universidade.
A exposição convida aos movimentos traçados por Roberto Freire, o Bigode, a partir de sua escrita produzida nos interiores dos porões do DOPS após sua primeira prisão. A publicação do romance Cléo & Daniel, em 1965, coincide com a invenção de uma nova maneira de fazer teatro: o TUCA. As constantes prisões levaram esse médico por formação e jornalista por escolha, diante das inomináveis violências, a partir para outros lugares e experiências. Conhece na França o coletivo anarquista teatral Living Theatre e o pensamento de Wilhelm Reich que redimensionam sua vida política e literária, impulsionando-o à invenção da Soma, uma terapia anarquista.
roberto freire uma existência libertária traz os desdobramentos da obra de um andarilho por territórios surpreendentes e suas ressonâncias, atiçando a sensualização da existência e fazendo-a uma bússola para a vida: sem tesão não há solução!
A exposição, em constante movimento, convida a todos a ler romances, ouvir músicas, acompanhar matérias para revistas e jornais, assistir depoimentos e filme junto com Roberto Freire. De vez em quando entrar em uma conversação com amigos sobre a atualidade das inquietações de Bigode.
Agora, o tesão de Roberto Freire se expande pelas paredes, corredores e pátio do Museu da Cultura, para atualizar a vida como uma batalha repleta de prazer.
Gustavo Simões
Recebemos Roberto Freire no Museu da Cultura com prazer e saudade. Essa mostra de documentos ilustra parcialmente a vigorosa vida deste homem singular, coração aberto, anarquista, escritor, psiquiatra, criador da Soma, e muito mais. Participamos desta façanha juntamente com o Nu-Sol e particularmente na companhia de Gustavo Simões, que inventou e trouxe o material, produto de sua pesquisa de mestrado no PEPG em Ciências Socias desta universidade.
Dorothea V. Passetti
Museu da Cultura PUCSP
Postado em Uncategorized em 23 maio, 2011 por agendamc
CACS: autogestionário, independente & o cacete
Um tanto da experiência vivida durante os anos de1983 a1992 no Centro Acadêmico de Ciências Sociais da PUC-SP entre vídeos, boletins, fotos e cartazes. A força livre destes anos transmitida a uma atualidade urgente.
A experiência autogestionária foi uma quebra de sintaxe na rigidez formal do movimento estudantil tradicionalmente ligado a centralidades, hierarquizações e entrelaçado aos partidos políticos. Nada de renúncia de si aguardando a utopia futura depois da revolução universal do proletariado. Nem a comodidade democrática que se anunciava. Apenas transbordamentos de novos costumes e estilos de vida a partir de uma estética política libertária diferenciada, singular, indisciplinar e desobediente, desdobrando em práticas anarquistas realizadas por estes jovens estudantes.
As amizades e intervenções, os happenings, pronunciamentos e enfrentamentos, somados a inéditos ruídos no espaço universitário vertiam humor, deboche, irreverência e dissolviam hierarquias, representações e a distinção entre fazer e pensar. Tratava-se de implodir as relações mais miúdas e de dar outras formas ao espaço universitário com existências livres de fronteiras.
Estes estudantes colocaram em tensão aquilo que era referente ao seu tempo, inventando espacialidades inéditas e o que mais coubesse na incandescência do instante. Invadiram reitorias, desafiaram Erasmo Dias, o Chefe da Segurança Pública, a censura, o monopólio da comunicação e onde sobrassem respingos de autoritarismos. Arquitetaram cursos com professores e participaram efetivamente de reformas curriculares do Curso de Ciências Sociais.
Muitas pessoas revolveram e viveram este espaço, algumas flertaram com esta experiência, e fizeram com que o Centro Acadêmico diluísse os limites da grade curricular e as convencionais normas institucionais.
Não há nostalgia dos estilhaços aqui exibidos. A potência autogestionária deste acontecimento trouxe diferenciadas relações que incitam à pergunta: O que estamos fazendo da universidade hoje?
***
O material exposto foi recolhido ao longo de minha pesquisa de Iniciação Científica, orientada pela Profa. Dorothea Voegeli Passetti, e que agora forma uma pequena coleção no Museu da Cultura PUC-SP, integrando o arquivo sobre a memória da Faculdade de Ciências Sociais.
Wander Wilson Chaves Júnior









